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quarta-feira, 20 de novembro de 2013

DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA



DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA
O "Dia da Consciência Negra" retrata a disputa pela memória histórica. Preservar a memória é uma das formas de construir a história. É pela disputa dessa memória, dessa história, que nos últimos 32 anos se comemora no dia 20 de novembro, o "Dia Nacional da Consciência Negra". Nessa data, em 1695, foi assassinado Zumbi, um dos últimos líderes do Quilombo dos Palmares, que se transformou em um grande ícone da resistência negra ao escravismo e da luta pela liberdade. Para o historiador Flávio Gomes, do Departamento de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro, a escolha do 20 dia de novembro foi muito mais do que uma simples oposição ao 13 de maio: "os movimentos sociais escolheram essa data para mostrar o quanto o país está marcado por diferenças e discriminações raciais. Foi também uma luta pela visibilidade do problema. Isso não é pouca coisa, pois o tema do racismo sempre foi negado, dentro e fora do Brasil. Como se não existisse".
Como surgiu o Dia da Consciência Negra
No dia 20 de novembro de 1695, o negro Zumbi, chefe do Quilombo dos Palmares, foi morto em uma emboscada na serra Dois Irmãos, em Pernambuco, após liderar uma resistência que culminou, também, com o início da destruição do Quilombo. O Quilombo dos Palmares foi uma comunidade criada pelos escravos que fugiam de seus senhores para viver em liberdade. Houve uma época em que o Quilombo abrigou mais de 20 mil pessoas. Zumbi nasceu no Quilombo, mas, ainda recém-nascido, foi capturado e entregue a um padre, que lhe deu o nome Francisco, o ensinou a ler e a escrever. Aos 15 anos de idade, o menino resolveu voltar ao Quilombo, onde, pouco tempo depois, tornou-se líder. Em 1995, após 300 anos de sua morte, Zumbi foi reconhecido como herói nacional.
As rebeliões de escravos foram bastante frequentes no período colonial. Os negros fugidos escondiam-se na mata e organizavam-se em grupos, para sobreviver à hostilidade do ambiente e às investidas dos brancos. Os grupos, internamente coesos, recebiam o nome de quilombos e as aldeias que os compunham, de mocambos. O mais conhecido dos quilombos foi de Palmares, pois foi o que mais tempo durou (1630 -1695), o que ocupou maior área territorial (cerca de 400 km2 dos atuais estados de Pernambuco e Alagoas) e o que resistiu mais bravamente aos ataques dos brancos. Palmares se organizou como um verdadeiro Estado - com as estruturas dos estados africanos, onde cada aldeia tinha um chefe, os quais elegiam seu rei - e possuía um verdadeiro exército, além de fortificações em torno das aldeias, que deixaram os comandantes brancos admirados.
Tinha uma produção agrícola bem avançada, que dava para a subsistência das aldeias e ainda produzia um excedente que podia ser negociado com mascates e lavradores brancos. No entanto, a própria existência de um Estado independente dentro da colônia era inaceitável para os portugueses, que consideravam Palmares como seu maior inimigo, depois dos holandeses. O primeiro rei de Palmares foi Gangazumba, que comandou uma bem-sucedida resistência, repelindo dezenas de expedições dos brancos. Em 1678, assinou uma trégua com o governador Aires de Souza e Castro - atitude que dividiu o quilombo. Em consequência, Gangazumba terminou por ser envenenado. Foi substituído por Zumbi que já era um líder respeitado e que se tornou o grande herói dos Palmares. Várias investidas foram feitas contra o quilombo: duas ainda sob o domínio Falar sobre o Dia da Consciência Negra nos faz parafrasear Patativa quando ele propõe o respeito às diferenças. Acreditamos que isto não deve ser encarado como concessão ou exceção a uma regra socialmente estabelecida, mas como o direito de igualdade em oportunidades entre os indivíduos. O dia 20 de novembro marca o assassinato do líder Zumbi dos Palmares, oficializado herói nacional, por ocasião do tricentenário de sua morte em 1996. Símbolo da resistência contra o racismo, a opressão e as desigualdades sociais. Marca da resistência dos povos contra o colonialismo, o imperialismo e o terrorismo em todo o mundo, sob todas as formas.
Construindo o "Dia da Consciência Negra"
O 20 de novembro trata da data do assassinato de Zumbi, em 1665, o mais importante líder dos quilombos de Palmares, que representou a maior e mais importante comunidade de escravos fugidos nas Américas, com uma população estimada de mais 30 mil. Em várias sociedades escravistas nas Américas existiram fugas de escravos e formação de comunidades como os quilombos. Na Venezuela, foram chamados de cumbes, na Colômbia de palanques e de marrons nos EUA e Caribe. Palmares durou cerca de 140 anos: as primeiras evidências de Palmares são de 1585 e há informações de escravos fugidos na Serra da Barriga até 1740, ou seja, bem depois do assassinato de Zumbi. Embora tenham existido tentativas de tratados de paz os acordos fracassaram e prevaleceu o furor destruidor do poder colonial contra Palmares. Há 32 anos, o poeta gaúcho Oliveira Silveira sugeria ao seu grupo que o 20 de novembro fosse comemorado como o "Dia da Consciência Negra", pois era mais significativo para a comunidade negra brasileira do que o 13 de maio. "Treze de maio traição, liberdade sem asas e fome sem pão", assim definia Silveira o "Dia da Abolição da Escravatura" em um de seus poemas. Em 1971 o 20 de novembro foi celebrado pela primeira vez. A ideia se espalhou por outros movimentos sociais de luta contra a discriminação racial e, no final dos anos 1970, já aparecia como proposta nacional do Movimento Negro Unificado.
A diversidade de formas de celebração do 20 de novembro permite ter uma dimensão de como essa data tem propiciado congregar os mais diferentes grupos sociais. "Os adeptos das diferentes religiões manifestam-se segundo a leitura de sua cultura, para dali tirar elementos de rejeição à situação em que se encontra grande parte da população afrodescendente”. Os acadêmicos e os militantes celebram através dos instrumentos clássicos de divulgação de ideias: simpósios, palestras, congressos e encontros; ou ainda a partir de feiras de artesanatos, livros, ou outras modalidades de expressão cultural.
“Grande parte da população envolvida celebra com samba, churrasco e muita cerveja”, conta o historiador Andrelino Campos, da Faculdade de Formação de Professores, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. "É importante que se conquiste o "Dia da Consciência Negra" como o dia nacional de todos os brasileiros e brasileiras que lutam por uma sociedade de fato democrática, igualitária, unindo toda a classe trabalhadora num projeto de nação que contemple a diversidade engendrada no nosso processo histórico". Para o historiador Flávio Gomes, do Departamento de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro, a escolha do 20 de novembro foi muito mais do que uma simples oposição ao 13 de maio: "os movimentos sociais escolheram essa data para mostrar o quanto o país está marcado por diferenças e discriminações raciais. Foi também uma luta pela visibilidade do problema. Isso não é pouca coisa, pois o tema do racismo sempre foi negado, dentro e fora do Brasil. Como se não existisse".
O projeto neoliberal implantado em nosso país acirra as desigualdades, afetando, ainda mais, as parcelas menos favorecidas da população brasileira. Em pesquisa realizada pelo DIEESE (1998) são apresentadas informações que comprovam a discriminação à população negra, tomando por base as regiões metropolitanas.
Taxas de Desemprego por Sexo e segundo a Raça
Os dados apresentados demonstram que as taxas de desemprego entre homens e mulheres, negros (as) e não negros (as) ainda registram valores muito elevados. Se compararmos a diferença das taxas entre homens negros e não negros, com mulheres negras e não negras, a maior diferença estará em relação às mulheres negras, já que estas apresentam, em todas as regiões, as maiores taxas de desemprego. No entanto, este debate não se encerra na mera inserção no mercado de trabalho. Deve ser acompanhado pelos números que registram a taxa de analfabetismo o número de anos de permanência na escola e a média de rendimentos salariais.
Na Síntese dos Indicadores Sociais - IBGE (2000) é apontado que, em 1999, a taxa de analfabetismo entre pretos e pardos é de 20%, enquanto entre os brancos cai para 8,3%. Quando demonstra o número de anos de permanência na escola as estatísticas não são diferentes: os pretos passam 4,5 anos, os pardos 4,6 anos e os brancos 6,7 anos. Isto demonstra que os pretos e pardos saem mais cedo da escola, o que irá refletir, diretamente na população jovem, quanto ao acesso ao nível superior e ao mercado de trabalho.
Quando empregados (as) os níveis salariais também servem para denunciar a discriminação econômica e de gênero. Conforme Sueli Carneiro e Thereza Santos, na obra "Mulher Negra”: 83,1% das mulheres negras trabalham na agricultura e na prestação de serviços (principalmente como empregadas domésticas); 60% não têm registro em carteira. Quanto à média salarial, os homens brancos recebem 6,3% salários mínimos (s.m), os negros 2,9 s.m, as mulheres brancas 3,6 s.m e a s mulheres negras 1,7 s.m Tais dados tornam-se ainda mais gritantes quando se estima que o número de mulheres chefes de família no país varia entre 20% e 25%. As condições de trabalho e salários destas mulheres refletiram diretamente no grau de pobreza dessas famílias.
O projeto do Dia Estadual da consciência negra a ser comemorado em cada dia 20 de novembro originou a Lei de n.º 12056 de 12 de janeiro de 1993, onde estabelece que o Governo e a Assembleia legislativa promoverão atividades alusivas a esta data. Ficou instituído também que as comemorações nas escolas públicas estarão relacionadas à dedicação das atividades curriculares para abordagem de temas relativos à participação do negro na história do Brasil. Remeto-me, nesse momento, a todos aqueles que lutam alguns chegando a dar a própria vida, em nome da liberdade, da democracia e do respeito às diferenças. Dos povos indígenas à Zumbi dos Palmares; dos negros (as) escravo (as) a Joaquim Nabuco, de Chica da Silva aos poetas Cruz e Souza, Lima Barreto; de Castro Alves à Jorge Amado; do Mestre Aleijadinho ao Geógrafo Milton Santos; de Chiquinha Gonzaga aos guerrilheiros e guerrilheiros do Araguaia. Nesta data símbolo da resistência saúdo a todos que lutam e lutaram na construção de um mundo justo e igualitário.
Para a socióloga Antônia Garcia, doutoranda do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional da Universidade Federal do Rio de Janeiro, é importante que se conquiste o "Dia da Consciência Negra" "como o dia nacional de todos os brasileiros e brasileiras que lutam por uma sociedade de fato democrática, igualitária, unindo toda a classe trabalhadora num projeto de nação que contemple a diversidade engendrada no nosso processo histórico".


Postado pelos professores de História da Escola Estadual Mário Quirino da Silva.
 

Referências bibliográficas: 
ACDS – Associação Cultural e Desportiva Samburá.
DIEESE - Reportagem da revista Com Ciência, editada pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, SBPC.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013


Hoje pela manhã (07/10/13), no refeitorio da escola foi realizado  o Lançamento 
 da biografia do prof. Mario Quirino da Silva pelos seus filhos:
Délvio Façanha da Silva, Sérgio Façanha da Silva e Márcio José Façanha da Silva




Refeitorio da escola preparado para importante evento









 
  



A diretora e os dois filhos do profº. Mário Quirino que estiveram presentes no lançamento da biografia do mesmo.





Diretora da escola (profª. Cleide Lopes)
Secretaria de Educação ( Elda Araújo)  e os dois 
filhos do profº. Mário Quirino

 



Convidados, professores e alunos.



Professor Miguel (história) lotado na escola Mário Quirino. Fazendo uso da palavra.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

I HAVE A DREAM ("EU TENHO UM SONHO")



ATIVIDADE DE HISTÓRIA – PROFº ELIEL – HISTÓRIA – TURMA: ____ MQS

Em 1963, Martin Luther King (1929-1968) proferia seu mais famoso discurso: I have a dream” ( “eu tenho um sonho” ). Leia abaixo um pequeno trecho para responder às perguntas.

Eu digo a vocês hoje, meus amigos, que embora nós enfrentemos as dificuldades de hoje e amanhã. Eu ainda tenho um sonho. É um sonho profundamente enraizado no sonho americano.  Eu tenho um sonho que um dia esta nação se levantará e viverá o verdadeiro significado de sua crença - nós celebraremos estas verdades e elas serão claras para todos, que os homens são criados iguais.  Eu tenho um sonho que um dia nas colinas vermelhas da Geórgia os filhos dos descendentes de escravos e os filhos dos desdentes dos donos de escravos poderão se sentar junto à mesa da fraternidade.  Eu tenho um sonho que um dia, até mesmo no estado de Mississippi, um estado que transpira com o calor da injustiça, que transpira com o calor de opressão, será transformado em um oásis de liberdade e justiça.  Eu tenho um sonho que minhas quatro pequenas crianças vão um dia viver em uma nação onde elas não serão julgadas pela cor da pele, mas pelo conteúdo de seu caráter. Eu tenho um sonho hoje!

Eu tenho um sonho que um dia, no Alabama, com seus racistas malignos, com seu governador que tem os lábios gotejando palavras de intervenção e negação; nesse justo dia no Alabama meninos negros e meninas negras poderão unir as mãos com meninos brancos e meninas brancas como irmãs e irmãos. Eu tenho um sonho hoje! Eu tenho um sonho que um dia todo vale será exaltado, e todas as colinas e montanhas virão abaixo, os lugares ásperos serão aplainados e os lugares tortuosos serão endireitados e a glória do Senhor será revelada e toda a carne estará junta.

Esta é nossa esperança. Esta é a fé com que regressarei para o Sul. Com esta fé nós poderemos cortar da montanha do desespero uma pedra de esperança. Com esta fé nós poderemos transformar as discórdias estridentes de nossa nação em uma bela sinfonia de fraternidade. Com esta fé nós poderemos trabalhar juntos, rezar juntos, lutar juntos, para ir encarcerar juntos, defender liberdade juntos, e quem sabe nós seremos um dia livre. Este será o dia, este será o dia quando todas as crianças de Deus poderão cantar com um novo significado.

 Disponível em www.palmares.gov.br
Acesso em 29 de novembro de 2012 às 16h57min.

SUGESTÕES: TODAS AS SÉRIES FUNDAMENTAL E MÉDIO.

a)      Nesse discurso, Martin Luther King defende o fim da discriminação racial. De que modo o líder negro apresentou suas ideias nesse texto? Responda à pergunta dizendo se Martin Luther King utilizou argumentos racionais, metáforas, reformas políticas, alterações jurídicas etc. Justifique.








b)      Identifique os dois estados norte-americanos citados pelo líder negro. Em seguida, localize-os num mapa, pesquise e responda como era a convivência entre negros e brancos nesses estados na época do discurso.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

A Chegada da República em Terras Tucujus



HISTÓRIA – PROFESSOR ELIEL – ALUNO (A): ________________________ TURMA: ____
AULAS TRABALHADAS COM A 4ª ETAPA-EJA TURMA 413 E 3ª SÉRIE DO ENSINO FUNDAMENTAL TURMAS 312 E 3313. APÓS CONCLUIRMOS A PARTE DO ASSUNTO O ESTADO BRASILEIRO SOB A REPÚBLICA. ESTUDAMOS ESSE ASSUNTO EM TERRAS TUCUJUS E FINALIZAMOS COM UMA ATIVIDADE AVALIATIVA COM DESTAQUE PARA A HISTÓRIA DO AMAPÁ.



A Chegada da República em Terras Tucujus

A palavra república vem do latim, (res=coisa; pública=do povo) significa governo da coisa do povo, da coisa pública, do bem comum. A Monarquia caiu no Brasil no final do século XIX, sendo substituído pela República, o Brasil mudava a forma de governo sem revolucionar a sociedade: trocava de bandeira, separava a Igreja do Estado, fazia uma nova Constituição, tudo no clima da nova ordem que interessava às elites.
 “Aristides Lobo, ministro do primeiro governo republicano, manifestou sua decepção com a ausência de participação popular na proclamação da República. Numa observação que ficou famosa, disse que o povo assistiu a tudo ‘bestializado’, supondo ver talvez uma parada militar...” (COTRIM, 2005, p. 457)
As elites dirigentes dos municípios de Macapá e Mazagão, (esses lugares pertenciam à época a Província do Grão-Pará), não ficaram alheias às manifestações republicanas, a grande maioria aderiu à causa, alguns preferiram a neutralidade, principalmente os proprietários de escravos, que ainda existiam em Macapá, (1886, ano de criação do Clube Republicano, na capital da Província) esse grupo era formado por indivíduos que apoiavam a abolição da escravatura e também faziam oposição à Monarquia.
Quando, em 15 de novembro de 1889, o Brasil passou a adotar o governo republicano, a mudança política não surpreendeu e tampouco causou algum dano político, econômico e social aos macapaenses e mazaganenses. Aceitavam o fim da monarquia como algo natural e necessário, porque sob essa forma de governo haviam sido importantes quando representavam núcleos pioneiros de exploração e posse da terra, porém, passada essa fase, foram relegados ao descaso e abandono. Confiavam que o governo da República revertesse essa caótica situação que ameaçava a soberania nacional sobre a região. (SANTOS, 2001, p. 45)
No dia 1º de dezembro de 1889, foi oficialmente feita à adesão dos tucujus ao poder republicano, as Câmaras Municipais de Macapá e Mazagão enviaram documentos ao governo provisório instalado em Belém. A partir de então houve reformulação no sistema de administração municipal, foram suspensas as prerrogativas das Câmaras dos dois municípios, responderiam respectivamente por essas regiões os coronéis Coriolano Jucá e Manoel Valente Flexa.
O Conselho de Intendência Municipal foi criado pelo em 10 de março de 1890, pelo governador do Pará, Justo Leite Chermont, os integrantes desse Conselho deveriam ser eleitos para um mandato de três anos, sendo o mais votado, intendente, e os demais conselheiros.
Mas, os primeiros a comporem essa nova forma de governo municipal na região, foram nomeados. No Mazagão, o coronel Manoel Antonio Flexa passou a ser o intendente, entretanto, em Macapá, a mudança foi substancial. Foi nomeado intendente, o coronel Fernando Álvares da Costa, e conselheiros Manoel Francisco de Paula Balieiro, José Antonio Siqueira, Paulino Antonio Rôlla, Bartholomeu Florentino Picanço, Theodoro Manoel Mendes e Belmiro José dos Santos, sendo este último remanescente da extinta Câmara Municipal. (SANTOS, 2001, p. 46)
Então nenhuma mudança significativa ocorreu em nossas terras com a chegada da República no Brasil. Foi na verdade uma extensão também dos reflexos daquele movimento no país.

ATIVIDADE
1 – RESPONDA:
A)    POR QUE OS MACAPAENSES E MAZAGANENSES ERAM A FAVOR DO GOVERNO REPUBLICANO?
B)     QUAL A NOVA MODALIDADE ADMINISTRATIVA MUNICIPAL IMPLANTADA COM O ADVENTO DA REPÚBLICA?
C)     HOUVE ALGUMA MUDANÇA SIGNIFICATICA EM MACAPÁ E MAZAGÃO, APÓS O DIA 15 DE NOVEMBRO DE 1889? JUSTIFIQUE.



SUGESTÕES:



PODERÁ SER TRABALHADO COM A 4ª ETAPA-EJA, 8ª SÉRIE DO ENSINO FUNDAMENTAL E 3ª SÉRIE DO ENSINO MÉDIO.



BIBLIOGRAFIA:
COTRIM, Gilberto. História Global: Brasil e Geral. São Paulo: Saraiva, 2005.
SANTOS, Fernando Rodrigues. História do Amapá. Macapá: Valcan, 2001.
SCHMIDT, Mª Auxiliadora & CAINELLI, Marlene. Ensinar História. SP: Scipione, 2009.
VAINFAS, Ronaldo e outros. História vols. 1, 2 e 3. SP: Editora Saraiva, 1ª edição, 2010.
VICENTINO, Cláudio e DÓRICO, Gian Paolo. HISTORIA- Ensino Médio São Paulo. Editora Scipione.